Friday, January 20, 2006
Interzone 2005 – The Complete Reference

Passou mais um ano: 2005

Um ano de momentos especiais... mas tambem de livros que li, filmes que vi e musicas que ouvi... e que aqui partilhei.

E aqui esta todo o seu resumo, a Interzone ao longo de 2005....

Ler...

Charles Bukowski          – 19 de Fevereiro; 24 de Fevereiro; 2 de Junho; 8 de Junho; 16 de Novembro
Christo Saprjanov          – Fome de Cão – 14 de Junho
Colum McCann              – Deste Lado da Luz1 de Julho
Dan Rhodes                    – Timoleon Vieta Volta Para Casa – 9 de Novembro
David Lodge                   – 15 de Novembro
DBC Pierre                      – O Bode Expiatório – 21 de Julho
e.e. Cummings                – 26 de Fevereiro
Elly Welt                         – Berlin Wild – 6 de Fevereiro
Eugénio de Andrade     – 13 de Junho
Frederico Lourenço       – Amar Não Acaba – 23 de Maio; 12 de Setembro
Germán Maggiori           – Entre Homens – 9 de Setembro
H. G. Wells                      – Alma Simples – 6 de Janeiro
Hilda Hilst                       – 16 de Junho
Hugo Pratt                      – Corto Maltese – 27 de Novembro
Hunter S. Thompson     – 22 de Fevereiro; 23 de Agosto
Ian McEwan                   – Sábado – 29 de Agosto
J. D. Salinger                  – Nove Contos21 de Setembro
Jeffrey Eugenides         – Middlesex – 12 de Maio
John Christopher          – A Ultima Fome – 11 de Janeiro
John Williams                – Cinco Pubs, Dois Bares e Um Nightclub – 12 de Junho
Katharine Burdekin      – Noite da Suástica19 de Agosto
Kazuo Ishiguro             – Nunca Me Deixes2 de Novembro
Laurent Gaudé               – O Sol dos Scorta – 12 de Dezembro
Magnus Mills                – Nada de Novo no Expresso do Oriente – 13 de Setembro
Magnus Mills                – O Curral das Bestas – 22 de Junho
Manoel de Barros          – 6 de Abril; 28 de Abril
Mark Behr                      – O Cheiro das Maçãs – 7 de Junho
Michel Houellebecq     – As Partículas Elementares – 18 de Abril; 23 de Abril; 16 de Maio
Michel Houellebecq     – La Possibilité d'une Île6 de Setembro
Patrick Suskind             – O Perfume – 8 de Março
Pedro Juan Gutiérrez    – Carne De Cão – 11 de Outubro
Rainer Maria Rilke        – 4 de Julho; 7 de Julho; 17 de Agosto
Ray Bradbury                – Fahrenheit 451 – 28 de Setembro
Revista Atlântico         – 25 de Julho; 10 de Setembro; 27 de Outubro
Rick Moody                  – Tempestade de Gelo – 31 de Maio
Rosa Liksom                 – Os Paraísos do Caminho Vazio – 25 de Maio
Solomon Bellows         – 7 de Abril
Sylvia Plath                   – 19 de Julho
Tonino Benacquista    – Malavita – 25 de Outubro
Tristan Egolf                – O Senhor Das Pocilgas – 15 de Outubro
William Burroughs      – Queer17 de Setembro


Ver...

Alfred Hitchcock          – Rear Window20 de Agosto
Danny Boyle                 – 28 Days Later – 13 de Abril
David Cronenberg       – A History of Violence – 19 de Maio
F. W. Murnau               – Nosferatu1 de Março
F. W. Murnau               – Sunrise24 de Outubro
Federico Fellini             – Amarcord – 12 de Novembro
François Truffaut         – 17 de Maio
Fritz Lang                      – Metropolis – 20 de Maio; 3 de Junho
George A. Romero       – Dawn of the Dead – 5 de Setembro
Ingmar Bergman          – Saraband – 21 de Junho
John Carpenter            – Christine – 7 de Janeiro
Luc Besson                  – Le Dernier Combat – 9 de Janeiro
Stanley Kubrick           – 2001: A Space Odyssey – 7 de Fevereiro; 8 de Fevereiro; 15 de Fevereiro
Sylvain Chomet           – Belleville Rendez-Vous9 de Junho
Takashi Miike              – Audition12 de Outubro
Terry Gilliam                 – Fear and Loathing in Las Vegas – 20 de Março




Ouvir...

3 Doors Down – 5 de Junho
Air – 29 de Abril
Alphawezen – 16 de Setembro
Ben Onono3 de Novembro
Bliss13 de Janeiro
Chris Zippel – 2 de Janeiro
Classix Nouveaux – 30 de Junho
Coldplay – 25 de Novembro
Colleen (Cécile Schott) – 24 de Abril
Cowboy Junkies – 23 de Março
Crazy Town16 de Abril
Cut Copy – 23 de Janeiro
Diana Krall26 de Março
Ducan Dhu – 27 de Setembro
Elcho17 de Novembro
Fc Kahuna – 1 de Abril
Goldfrapp22 de Setembro; 24 de Novembro
Heaven 17 – 18 de Agosto
Howard Jones – 20 de Julho
Keane – 11 de Março
Kosheen – 26 de Outubro
Kruder & Dorfmeister – 18 de Março; 8 de Junho
Lali Puna – 4 de Fevereiro
Lamb14 de Maio
Layo & Bushwacka – 25 de Fevereiro
Lemon Jelly – 9 de Fevereiro
Luar Na Lubre – 11 de Abril
Matt Bianco – 27 de Agosto
Moby – 2 de Março
Mogwai – 8 de Abril
Morcheeba – 11 de Setembro
New Beginning – 26 de Novembro
Nitin Sawhney – 22 de Maio
Nouvelle Vague12 de Fvereiro
Pato Fu – 10 de Maio
Peter Murphy27 de Janeiro
Plastica – 10 de Junho
PM Dawn – 18 de Fevereiro
Propaganda – 20 de Junho
Radiohead – 21 de Janeiro
REM – 8 de Janeiro
Rodrigo Leão – 6 de Março
Royskopp – 14 de Abril
Rufus Wainwright – 26 de Abril
Sergio Godinho – 17 de Abril
Sigur Rós – 21 de Novembro
Telepopmusik – 13 de Outubro
The All-American Rejects – 11 de Novembro
The Clash – 18 de Maio
The Fingertips16 de Agosto
The Killers – 25 de Janeiro
The Postal Service – 2 de Fevereiro
The Shines – 26 de Janeiro
Thievery Corporation – 22 de Agosto
Tosca – 18 de Julho
Visage – 2 de Julho
Yes – 7 de Setembro

Posted at 10:10 pm by Lights
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Monday, January 16, 2006
Kazuo Ishiguro - Quando Éramos Órfãos

Mais Kazuo Ishiguro!

Em Novembro passado falei de "Nunca me deixes", o seu ultimo livro.

Desta vez o livro eleito foi Quando Éramos Órfãos.


Anos 30. Christopher Banks tornou-se o detective mais famoso do país, os seus casos são o tema das conversas da sociedade londrina. No entanto, um crime não solucionado nunca deixou de o atormentar: o desaparecimento misterioso dos pais, na Velha Xangai, quando ele era rapazinho. Agora, com o mundo a precipitar-se para a guerra total, Banks dá-se conta de que chegou o momento de regressar à cidade da sua infância e deslindar, finalmente, o mistério, cuja solução evitaria a catástrofe iminente.

Passando-se entre as cidades de Londres e Xangai dos anos entre as duas guerras, Quando Éramos Órfãos é uma história de recordações, intriga e necessidade de regressar, de uma visão infantil do mundo que o domina, moldando indelevelmente e distorcendo a vida dos personagens.”

É este o resumo que pode ser lido no site (não sítio) da Gradávia.


Gostei do livro. Kazuo sabe cativar.

A própria personagem Christopher, com as suas atitudes não muito normais (principalmente na relação com Sarah), dá-nos um toque diferente nas relações humanas, e na postura que se deve ter em algumas situações.

Como nota de conclusão de um livro que aconselho vivamente a ler, e como fio condutor para o seu livro seguinte, “Nunca me deixes”, é a tristeza da vida, a desilusão do esforço para nada...


A ler... mas a não se deixar contagiar... ;)

Posted at 08:26 pm by Lights
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Friday, December 23, 2005
Christmas Poem by G.K. Chesterton

Christmas Poem    G.K. CHESTERTON

There fared a mother driven forth
Out of an inn to roam;
In the place where she was homeless
All men are at home.
The crazy stable close at hand,
With shaking timber and shifting sand,
Grew a stronger thing to abide and stand
Than the square stones of Rome.

For men are homesick in their homes,
And strangers under the sun,
And they lay their heads in a foreign land
Whenever the day is done.

Here we have battle and blazing eyes,
And chance and honour and high surprise,
But our homes are under miraculous skies
Where the yule tale was begun.

A child in a foul stable,
Where the beasts feed and foam;
Only where He was homeless
Are you and I at home;
We have hands that fashion and heads that know,
But our hearts we lost---how long ago!
In a place no chart nor ship can show
Under the sky's dome.

This world is wild as an old wife's tale,
And strange the plain things are,
The earth is enough and the air is enough
For our wonder and our war;
But our rest is as far as the fire-drake swings
And our peace is put in impossible things
Where clashed and thundered unthinkable wings
Round an incredible star.

To an open house in the evening
Home shall all men come,
To an older place than Eden
And a taller town than Rome.
To the end of the way of the wandering star,
To the things that cannot be and that are,
To the place where God was homeless
And all men are at home.


 Gilbert Keith Chesterton (1874 - 1936) considered himself a mere "rollicking journalist," though he was a prolific and gifted writer in virtually every area of literature. A Catholic convert of strong opinions and enormously talented at defending them, his exuberant personality nevertheless allowed him to maintain warm friendships with people — such as George Bernard Shaw and H. G. Wells — with whom he vehemently disagreed. His writing has been praised by Ernest Hemingway, Graham Greene, Evelyn Waugh, Jorge Luis Borges, Gabriel Garcia Marquez, Karel Capek, Marshall McLuhan, Paul Claudel, Dorothy L. Sayers, Agatha Christie, Sigrid Undset, Ronald Knox, Kingsley Amis, W.H. Auden, Anthony Burgess, E.F. Schumacher, Neil Gaiman, and Orson Welles. To name a few. T.S. Eliot said that Chesterton "deserves a permanent claim on our loyalty."


Um Santo Natal e tudo de bom para 2006.

Lights

Posted at 10:51 am by Lights
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Wednesday, December 14, 2005
Ouvir.... David Lodge!

Depois da vinda às Terras Lusas apresentar o seu último trabalho editado entre nós, do qual aqui falei em 15 de Novembro de 2005, nada melhor que ouvir David Lodge falar dele e deste seu livro.

 

Ainda foi ontem, dia 13 de Dezembro, passou na TSF uma conversa entre David Lodge e Carlos Vaz Marques, no magnífico programa Pessoal… e Transmissível.

Começa assim a conversa:

- Para que serve um romance, David Lodge? 

 

A ouvir!

 


 Servindo-se de um protagonista de excepção - o escritor Henry James -, David Lodge traça-nos um retrato notável do homem que o tempo imortalizaria como "O Mestre". Na década de 1880, James tem no artista e ilustrador George Du Maurier um grande amigo e vive uma relação íntima e problemática com a escritora Constance Fenimore Woolson. Preocupado com o falhanço comercial dos seus livros, Henry resolve tentar a sorte como dramaturgo enquanto Du Maurier decide diversificar o seu trabalho e escrever romances. O resultado destas reviravoltas vai ser inesperado, e as suas vidas nunca mais serão iguais.

Posted at 03:09 pm by Lights
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Tuesday, December 13, 2005
Criterion.... e o "seu" ano de 2005

Não resisto a partilhar aqui a ultima Newsletter que recebi da Criterion, a (na minha modesta opinião) melhor editora de DVD's que existe.

Filmes dos quais aqui já falei como Amarcord, Brazil ou Fear and Loathing in Las Vegas revelam a qualidade e o cuidado da Criterion nas suas edições.

Para ver e rever, sem qualquer duvida!

Posted at 03:48 pm by Lights
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Monday, December 12, 2005
A ler.... Laurent Gaudé - O Sol dos Scorta

"É ouro - dizia o tio. - Quem disser que somos pobres nunca comeu um pedaço de pão ensopado em azeite do nosso. É como quem saboreia as colinas. Cheira a pedra e sol. Cintila. É bonito, espesso, untoso. O azeite é o sangue da nossa terra. E quem nos chamar campónios que olhe para o sangue que nos corre nas veias. É suave e generoso. Porque é isso que somos: campónios de sangue puro. Pobres diabos de pele curtida pelo sol, mãos calejadas, mas olhar franco. Contempla a secura da terra à nossa volta e saboreia a riqueza deste azeite. Entre as duas coisas, esta o trabalho dos homens. E ele tambem esta no nosso azeite. O suor do nosso povo. As mãos calejadas das mulheres que fizeram a apanha. Sim. E é nobre. É por isso que é bom. Talvez sejamos miseráveis e ignorantes, mas por termos extraido azeite das pedras, por termos feito tanto de tão pouco, salvar-nos-emos. Deus sabe reconhecer o eesfroço. E o nosso azeite defenderá a nossa causa.
Elia não respondia. Mas aquele terraço que dominava as colinas, aquele terraço em que o tio gostava de sentar era o unico sitio onde se sentia viver. Ali, respirava."
Pág 133 - Edições Asa

Podia colocar aqui outros excertos do livro O Sol dos Scorta, de Laurent Gaude. Afinal toda a sua narrativa é deveras especial.

O início, por exemplo, descreve-nos a quase final caminhada de Luciano Mascalzone, de regresso a Montepuccio, uma pequena aldeia do Sul de Italia, onde o calor abrasador tudo parece derreter e deixar sem vida.

Sem vida vai ficar Luciano, depois de violar (embora ela não tenha resistido) Immacolata, julgando que era Filomena (afinal sua irmã). Os homens da aldeia espancaram-no até à morte. Dessa "violação" vai nascer o primeiro Scorta.

Estavamos em 1870 e o livro vai acompanhar os Scorta até aos nossos dias.

Laurent Gaude conta-nos uma história simples, de pessoas simples, de locais esquecidos, onde afinal a vida resiste e vive.

Tudo é focado nos Scorta e no micro universo que é a pequena aldeia Montepuccio.

O vulgar num livro passado em Itália que atravessa o século XX, é existirem referências à Máfia, às emigrações para a América ou às grandes guerras. Aqui não,  são quase inexistentes. Afinal nesta remota, abrasadora e perdida aldeia do sul de Itália, quase tudo passa ao lado.

Como nota final, Laurent Gaudé, com este seu livro, recebeu em 2004 o importante prémio Goncourt.

Vale a pena ler. Vale a pena conhecer os Scorta!

Posted at 07:32 pm by Lights
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Sunday, November 27, 2005
Hugo Pratt - 10 anos depois


Um dos meus Heróis? Sem duvida!

 

Fez dez anos que morreu Hugo Pratt, o criador de alguém que me tem acompanhado durante parte da minha vida: Corto Maltese.

 

Parece que foi ontem que o comecei a descobrir nas saudosas revistas do Tintin.

 

No meio de tantos outros heróis mágnificos, aventuras inesquecíveis (Valerian, Blake & Mortimer, Blueberry, Ian Kaledine, etc) Corto Maltese foi algo que sobressaiu.

 

Contra a cor que predominava nas outras páginas do Tintim, o preto e branco e o argumento prenderam-me numa viagem ao Pacifico, à Balada do Mar Salgado. Foi a primeira “viagem”….

 

No meio de uma arrumação de livros, comecei a desfolhar os álbuns do Corto Maltese e deixei-me levar (mais uma vez) pela beleza do seu traço, da firmeza das suas histórias, pelos seus sonhos...

A continuação da arrumação teve que aguardar uns longos minutos ;)

 

Passam 10 anos que Hugo Pratt nos deixou… e que não nos deixou. Hoje foi a prova de isso mesmo.

 

Aconselho a ler o nº5 (Setembro) do BD Jornal. Este número inclui um dossier sobre Hugo Pratt - 10 anos depois.

 

E… aconselho também a “investirem” por volta de 40€ numa magnífica edição em DVD que contem 5 aventuras (5 DVD’s):

- A Balada do Mar Salgado

- Sob o Signo de Capricórnio

- As Célticas

- A Casa Dourada de Samarcanda

- Outras Historias

Posted at 12:00 am by Lights
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Saturday, November 26, 2005
PowerPlay da semana - New Beginning


Um fim de tarde…..

 


Vontade de lanchar… comer “aquela” tosta.

A sugestão foi bem aceite: Bica do Sapato!

 

Um dos locais (restaurante/bar) com melhor som de Lisboa.

 

Junto ao rio Tejo, um local acolhedor como poucos.

 

E o som…. que som…. Another Day, do grupo New Beginning era o que tocava quando entrei. Lounge do melhor!

Mas para ilsutrar um fim de tarde, partilho aqui uma fotografia tirada por mim num fim de tarde em Dubrovnik, Croácia. Inesquécivel!

Posted at 12:00 am by Lights
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Friday, November 25, 2005
Coldplay.... LIVE!

Quarta-feira, dia 23 de Novembro, foi uma longa noite.

Primeiro Goldfrapp.

Depois Coldplay!

 

O Pavilhão Atlântico estava esgotado (à meses) e o ambiente era electrizante!

 

Tirei inúmeras fotografias e foi difícil seleccionar qual devia aqui colocar. Escolhi duas.

Espero que gostem.

 



O concerto? Fabuloso, como é hábito. Mesmo com alguns percalços ;)


Posted at 12:00 am by Lights
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Thursday, November 24, 2005
Goldfrapp.... LIVE!

Ontem, depois de uma longa viagem (afinal tive que percorrer as 4 linhas de Metro), cheguei à Estação do Oriente, na Expo (ou Parque das Nações, como alguns dizem…).

 

Tempo frio… mas ambiente quente!

 

O Pavilhão Atlântico aguardava pela multidão que se começava a formar.

 

Lá dentro, uma mar de gente… como retrata esta fotografia com Goldfrapp em plena actuação.

 



Supernature é sem duvida um dos álbuns do ano!

Posted at 09:46 pm by Lights
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